Produtores em Mâncio Lima iniciam a primeira colheita do café clonal



Há exatos dois anos uma pequena semente foi plantada e um fio de esperança foi trazido para o homem do campo. Renascia em Mâncio Lima a cultura do café que há décadas foi a principal economia desta cidade.


Para incentivar a inclusão do café na agricultura familiar, o prefeito Isaac levou um grupo de produtores para conhecer experiências bem sucedidas de alguns municípios do Estado de Rondônia na plantação e cultivo do café clonal. Após esta viagem mais de 100 mil pés de café foram trazidos e plantados em diversas propriedades onde recebem da prefeitura assistência técnica e insumos para preparar o solo.


Hoje os resultados já começam a aparecer. É na propriedade do senhor Edno Guedes, o Dim, que começa a primeira colheita. A expectativa do produtor rural é colher pouco mais de 50 sacas de café seco pronta para o consumo. A propriedade do agricultor é de pouco mais de um hectare. Consorciado com o café ele cultiva o coco, limão, laranja e produção peixe.


"Eu confesso que não acreditava muito que o café clonal fosse dar certo aqui. Mais resolvi apostar e hoje não quero mais parar porque além de ser fácil de cuidar o resultado é melhor do que eu fosse lidar com a farinha, é um produto que floresce rápido e o valor de mercado é muito bom", disse Edno Guedes, produtor rural.


O deputado Jonas Lima é um grande entusiasta desta cultura agrícola. Foi com o apoio de seu gabinete que muitos investimentos foram trazidos para fortalecer e consolidar esta cultura agrícola em Mâncio Lima.


"Eu não vejo outra alternativa viável economicamente e fácil de lidar como o café. Fico feliz em ver os primeiros frutos sendo colhidos e de perceber a alegria no rosto deste trabalhador rural. A mão de obra do café é muito mais simples e menos agressiva, demanda menos esforço do que outras culturas", destacou Jonas Lima, Deputado Estadual.


O cultivo de café ainda é modesto em Mâncio Lima, mas a Prefeitura tem incentivado os produtores a investirem nessa cultura, principalmente com as variedades de café clonal, que pode ser muito produtiva e trazer uma boa renda. A assistência que é dada nas propriedades tem o objetivo de reforçar a importância do café na agricultura familiar.


"Estamos apostando no café como uma das alternativas para que os nossos agricultores tenham outro produto para manter sua renda. Não podemos depender apenas da farinha de mandioca que hoje está com o preço desvalorizado. A prefeitura está dando total apoio para que tenhamos os melhores resultados e acredito que estamos no caminho certo, pois a produção é a saída para gerar emprego e renda em nossa cidade”, disse Isaac Lima, Prefeito de Mâncio Lima.


De acordo com a Organização Internacional do Café (OIC), o Brasil é o segundo maior consumidor mundial da bebida, logo atrás dos Estados Unidos, que possui 14% da demanda mundial. Nosso país representa 13% dessa demanda, com 21 milhões de sacas ao ano. Entre 2017 e 2018 houve um crescimento de 4,8% no consumo, comparado com período anterior. A projeção é que haja um crescimento de 3,5% ao ano até 2021. A saca do café custa hoje uma média de R$ 300 a saca.


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